I ♥ New York

A incrível vista do Empire State Building a partir do Top of the Rock.

IT’S UP TO YOU, NEW YORK!
Esse é um daqueles lugares que todo mundo conhece, por ser impossível não ter visto filmes, músicas e livros sobre ela, e claro, criado expectativas sobre como realmente é: Que nem Will & Grace? Ou Law & Order SVU? Taxi Driver? Podemos começar concordando que é uma cidade bem grande, aliás é a cidade mais populosa dos Estados Unidos e conhecida como a capital da cultura no mundo – não é por pouco que muitos filmes do Woody Allen foram gravados lá – e também pelas pontes, prédios, parques. A cidade é dividida em 5 partes principais: Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island.

City of blinding lights :)

Passaporte: check. Passagem: check.
A VIAGEM
Em agosto de 2013 fui conhecer a cidade, e foi engraçado ter visitado NYC esse ano, porque eu não tinha a menor pretensão de isso acontecer tão cedo. Viajei pela American Airlines (gostei muito!), meu voo chegava às 7h da manhã, e assim que desembarquei no JFK (o aeroporto tem 8 terminais gigantes) já fiquei bastante perplexa, porque uma coisa era muito diferente de San Francisco, onde estava antes, aqui ninguém se importava muito, se vira.

A impressão mudou e achei os New Yorkers super legais. As pessoas adoravam quando eu dizia que era do Brasil – e claro, diziam que querem vir aqui na Copa – e várias pessoas me paravam na rua pra elogiar uma camiseta legal, ou pra dizer que tinha adorado uma tatuagem, piercing, e ajudar quando eu parecia estar perdida (eu me perdi bastante, essa coisa de downtown e uptown e ruas paralelas é difícil!).

Se liga no banco do Central Park que não me deixa mentir!
Quando decidi ir pra lá, eu recentemente havia feito um mochilão, e portanto, torrado todo o meu rico dinheirinho. Então economizei tudo que deu por 2 meses, e claro, não foi sequer perto do suficiente ahahah, e foi assim que me atolei na fatura do cartão de crédito. Mas viajei mesmo assim. Os juros, as taxas e o IOF valeram a pena (quando fui o dólar comercial estava R$2,51 – muito caro – hoje tá em torno de R$2,33).
Bizarro, né? Seria um serial killer do meu lado?

TRANSPORTE 
O hostel que eu fiquei era no upper west side de Manhattan, e eu estava lá no aeroporto, longe pra caramba. Mas como era de se esperar, sair e chegar do aeroporto foi muito fácil: dalhe metrô, mesmo carregando uma mala enorme.

Admito que a primeira impressão foi tensa: o metro é velho e tinha vários manos junto comigo no vagão, mas não deu nada, eles eram do bem e até me ajudaram a trocar de linha pra chegar no hostel.

Eu praticamente só andei de metrô durante os sete dias que fiquei na cidade, e posso garantir: é sujo, tem monstros ratos, parece que tu tá num filme de terror o tempo inteiro, MAS é geralmente seguro, é fácil, é barato e vai te levar pra qualquer lugar a qualquer hora do dia. Eu andei de metrô às 2h da manhã, sozinha e foi bem ok, cheio de gente, sempre.


Foi tão tranquilo que inclusive cochilei em uma determinada ocasião, e fui acordada numa cena que daria um curta ou quadrinho:

Abro os olhos e dou de cara com uma mulher gritando: “I NEED TWO THOUSAND DOLLARS FOR BLA BLA”. Acordo sem saber onde estou com uma doida fedorenta pedindo dinheiro pra algum procedimento médico. Eu digo que não tenho (né?) e um cara lá no outro lado começa a gritar com ela, dizendo que ela tinha que sair dali e procurar um médico. Ela responde que não estava fazendo nada contra ele e aí o maluco responde “tá sim, você tá fedendo, vadia” (tenso) ahahahaha. A mulher desce do vagão #chatiada, e o cara resolve brigar com a namorada, quando num momento de raiva joga um iogurte inteiro no chão, a coisa explode toda e fica tudo rosa.

Mas fora isso, é muito fácil de usar, tem uma estação em cada canto e tu ainda vai viver experiências curiosas. Além do metrô, grite por um taxi como uma diva das comédias românticas americanas, todo mundo merece esse momento.

DICA 1: Pra facilitar a vida, a sugestão é comprar um chip pré-pago da T-Mobile/AT&T pra acessar a internet do celular e principalmente os mapas pra conseguir chegar nos lugares. É baratinho, custa $10 o chip + $1 ou $2 por dia de uso.

DICA 2: Compre o MTA Card com uso ilimitado por 7 dias, mesmo que você vá ficar menos tempo. É lindo e super gera economia, custa só $30! E peça um mapa do metrô (porque assim tu vai conseguir enxergar a cidade inteira e ter mais noção do tempo de cada deslocamento). 

Meu irmão, olha o tamanho desse mapa. Agora me imagine abrindo esse trambolho dentro do metrô.

ONDE FICAR
Como contei lá em cima, eu fui viajar na com realmente pouco dinheiro, então encontrei o hostel mais barato que pude numa localização boa ($40 a diária). Era um quarto compartilhado, só pra meninas na west 88th street, em Manhattan, ao lado do metro e Central Park, e a apenas algumas ruas de distância do Museu de História Natural. Não tinha café da manhã incluso, nem basicamente nada além de uma cama e chuveiro num prédio desses bem clássicos (que nem a Carrie Bradshaw de Sex and the City morava). Pra mim valeu a pena, o pessoal do atendimento era bem gente fina, mas já estive em hostels bem melhores. E na próxima vez adoraria ficar em Williamsburg, no Brooklyn.

A rua do hostel. Lá no fim da rua, o Central Park.
DICA: Os hostels lá são bem caros… então defina suas prioridades, se quer quarto privado ou compartilhado, quanto quer e pode gastar. O HostelWorld é um bom lugar pra escolher hostels depois de definir mais ou menos a localização ideal pros teus interesses. Reserve a estadia com antecedência pra não correr o risco de estar caro demais, etc.

COMIDA
Ah, comida… eu adoro comer, então pra mim comer bem é um investimento, e lá em todo lugar tem algum lugar bom. Um pub que adorei ir foi no McGees, que foi inspiração pro McLarens, de How I met your mother. Lá comi um dos melhores hambúrgueres, bebi um pint gigante de Samuel Adams e sai bebinha às 15h da tarde.

Outros lugares imperdíveis são o Eataly, Shake Shack, Chipotle, comprar um bagel ou donut e sair caminhando e comendo na rua. Também tem que comer meatballs, até porque tem muito restaurante italiano nos EUA. E pizza! Hmm… Ah, e claro, também tem coisas diferentes, restaurantes de todas as nacionalidades possíveis (fui num Ucraniano chamado Taras Bulba), também fui comer em Chinatown (4 dumplings deliciosos por $1 no Fried Dumpling!) e ainda consegui me perder pra chegar lá. Comi num restaurante chamado Peter’s since 1969, em Williamsburg, e além da comida ser ótima e com um preço justo, ainda tocava um álbum inteiro do Devendra Banhart enquanto eu comia.

DICA1 : O lance é estar aberto as possibilidades e principalmente não ir no McDonalds/Burger King (isso tem aqui, gente, e dá pra comer por quase o mesmo preço em lugares bem mais legais).

DICA 2: Se estiver sem ideias ou quiser ir num lugar bom sem correr muitos riscos, Yelp salva!

DICA 3: Logo vai sair um post só sobre comidas em NYC, escrito pela Mel :)

Pork bun nhammy do Momofuku, bebendo a tal Coca-Cola mexicana, feita com cana de açúcar.

MÚSICA
Bares de jazz, everywhere. Um dos que fui é o Fat Cat (que descobri depois ser bastante famoso), pra encontrar com uma amiga, a Duda, que mora lá. O bar é demais, mil mesas de ping pong, sinuca, e banda tocando, e pints de cerveja, não esquecendo a gorjeta de $1 a cada cerveja pedida – eu não sabia!

Além disso, música tocando em todos os lugares, só no metro vi bandas inteiras tocando ou então apenas um tiozinho com seu violino. Tem a Guitar Center (pra deixar qualquer músico speechless). Ah, comprei alguns vinis usados na barraquinha de um senhor que vendia eles ali na rua mesmo – e me garantiu que estavam em bom estado, no Soho #truestory. E na Urban Outfitters dá pra encontrar discos mais atuais e também as vitrolas da Crosley por preços inacreditavelmente acessíveis.

Artista cantando, dançando e representando no metrô. 

MUSEUS
Não sei se existe algum lugar com tantos museus como Nova Iorque. E não digo só em quantidade, mas em qualidade. Tem dinossauros, gente, no American Museum of Natural History. Não é todo dia que a gente vê essas coisas! O único “problema” é que quando estava programando os passeios, a Rebecca, uma amiga, falou pra eu separar tempo, muito mesmo, pra cada museu. Eu acreditei nela, e ainda assim, não tive tempo suficiente pra ver tudo, em lugar nenhum.

Chegando lá, esteja preparado e nem adianta reclamar de dor nos pés e pernas. Vai cansar, mas vai valer. Bom, eu sou designer, a faculdade inteira eu vi e aprendi sobre arte, escolhi meus artistas favoritos, e aí, ali na minha frente, eles estavam… E se tu não gosta de arte, tudo bem, mas não tem como ter assistido Jurassic Park e não querer ver dinossauros ahahaha

Olha o T-Rex no AMNH! A maior parte dos ossos é original. 
MoMA com seus Andy Warhol, Cézanne, Van Gogh, Picasso, Klimt…

DICA 1: Comprar o City Pass (custa $100), que é um lance em que tu compra um pacote de ingressos pra entrar em várias atrações (Guggenheim, MoMA, Natural History, Metropolitan, Estátua da Liberdade, Empire State, etc) com antecedência pela internet e retira lá, evitando pegar fila pra comprar na hora. Além disso paga mais barato e ainda ganha o direito de usar os audio guides! Outra boa opção com mais variedade de passeios é o The New York Pass.

DICA 2: Mesmo se não comprar o City Pass, sempre que puder faça a visita guiada ou peça o audio guide (às vezes tem tradução em português) pois nada vai superar alguém te ajudando a entender cada pequeno detalhe de cada obra. É bom levar um documento diferente do passaporte, em alguns lugares eles não aceitam o passaporte como garantia em troca do guide.

GREAT OUTDOORS
Alugue uma bicicleta! Tem empresas que alugam no Central Park, Battery Park, etc. E também tem as bicicletas do Citi Bank (custam algo como $10 pra usar por 24 horas). Lá encontrei o Ricardo que andava de skate, então aluguei uma bici do Citi e andamos por algumas horas nesse dia. Deu um belo cansaço, mas no outro dia ainda usei pra dar uma volta e conhecer melhor Williamsburg pela manhã. Como comentei, gastos não eram o forte dessa viagem, então meu objetivo na cidade era reconhecer as ruas, ver os lugares, cada esquina e não necessariamente visitar tudo. E só ficar andando por lá já é incrível.

Ricardo andando de skate enquanto eu acompanhava na bike.

MUST DO
Na minha opinião, esses são os imperdíveis:

  • Empire State Building: além da vista maravilhosa, o Toni (audio guide deles) é um fofo e te conta tudo sobre o prédio, desde como era NY na época que eles começaram a construir e como foi essa construção. E quando tu está lá em cima, olhando o sol sumir e as luzes acenderem, ele ainda vai te contando o que tem na tua frente, de acordo do lado do prédio em que tu está (por exemplo, se olhar pra direita você verá o Chrysler Building, etc).
  • Rockefeller Center: C’mon! Tem loja da Lego, da Nintendo, de várias marcas famosas, tem o Top of the Rock, e tem a árvore de Natal mais famosa do mundo com pistas de patinação no gelo (que eu não vi pois não estava na época).
  • 5th avenue e redondezas: é chamada de Museum Mile, em função da quantidade de museus que ficam nessa avenida. E além disso, tem muitas lojas: algumas comprinhas tem que fazer! Tem loja da Mac (maquiagem boa e barata *_*), tem a Tiffany’s (Bonequinha de Luxo feelings), tem a Apple Store, a F.A.O. Schwartz, entre tantas outras.
  • Central Park: é fácil se perder lá. Depois de aproveitar o parque, quando bater o desespero, só usar o Google Maps (funciona ahahaha). Visitar o Strawberry Fields é até legal, mas nada de mais. O parque ocupa um espaço tão grande de Manhattan que é fácil passar por lá várias vezes e aproveitar um pouco mais a cada vez. Tem uma lista das estátuas do parque que pode ser legal usar pra planejar a visita, se te interessar.
  • Chinatown: é a Chinatown mais fiel do mundo, gente! E a mais legal que eu já fui.
  • Brooklyn bridge: atravessar a ponte caminhando é bonito pra caramba e o bairro é muito legal. Eu aproveitei o por do sol e me pareceu uma ótima ideia! Só esqueci que podia ter pego um taxi do outro lado da ponte só pra poder ver a vista de Manhattan… :(
  • Williamsburg: é um bairro indie, tem muitas lojinhas de roupas e acessórios vintage, comidinhas deliciosas e a noite tem festas bem legais. Eu consegui me perder lá, o primeiro dia que fui, era pra ter descido na Lorimer da linha L e eu, espertinha, fui pela linha J. Não estava entendendo o que tinha dado errado, não tinha nada a ver com as fotos que vi antes (lógico, eu nem tava em Williamsburg) ahahah. 
  • Times Square: o tamanho daquilo não faz sentido, são muitas coisas acontecendo, é uma sensação de não saber pra onde olhar com tantos brilhos na tua frente. Pena que é tudo publicidade ahaha Mas é legal que tudo acontece lá, teve um dia que estava rolando uma manifestação por causa do Edward Snowden. Ah, só uma dica: não fique só na Times Square :P
  • Chelsea Market: comidas, feiras, artistas, gente fina, elegante e sincera. 
  • Highline: antigamente passavam trens lá, e uma vez que parou, o lugar ficou abandonado até que resolveram transformar ele num dos jardins suspensos mais legais de todos os tempos. Dá pra levar um livro, sentar, ficar lá conversando, ou simplesmente caminhar um pouquinho.
  • Grand Central Terminal: linda, e já apareceu em todos os filmes do mundo. É de ficar por um bom tempo admirando cada detalhe, e tu pode passar por lá quando estiver indo pra algum outro lugar, afinal, é uma estação.
  • Lojas especializadas: tenho um gosto por fotografia, então meu amigo me levou pra visitar a loja da Leica (câmeras mega incríveis – e caras). A loja é linda e valeu a pena conhecer, mesmo sem poder comprar nada.
  • Broadway: passei mil vezes pela rua Broadway, mas não fui assistir nenhuma peça, porque é bem caro (triste mesmo), um ingresso custa em média $100/$150 mas algumas palavras definem: O Fanstasma da Ópera e Rei Leão… Se tiver tempo sobrando, na Times Square tem uma banca da tkts (sabe aquela escadaria vermelha iluminada? É lá!) que vende ingressos mais baratos como $50/$60, mas tem que ficar numa fila enorme e não tem ingressos pros shows mais famosos.
  • Atividades locais: eu fui assistir um jogo dos Yankees num sábado! Comprei boné, cerveja, pizza, cachorro-quente e assisti o jogo. Me diverti sem entender muito, admito. Mas foi muito divertido ver as pessoas vibrando e torcendo muito, sentadas ao lado dos torcedores do outro time (sim, não tinha essa de área da casa x área do adversário, todo mundo é sensato). Recomendo muito, comprei o ingresso pela internet.
  • Mais: tem vários outros lugares que eu optei não ir, como a Estátua da Liberdade, Memorial 9/11, Wall Street. Mas várias pessoas me disseram que vale a pena, então pode ser legal incluir no teu roteiro. 
Go Yankees! Se não me engano eles venceram por 8 a 0 os Baltimore Orioles.
#ficadica na fachada de uma igreja.

SOBRE VIAJAR SOZINHA
Quando decidi ir, não tive tempo de combinar uma super viagem com outras pessoas, eu simplesmente aproveitei uma oportunidade e fui. Por sorte ou destino, pude encontrar a Duda, e meu amigo Ricardo também passou alguns dos mesmos dias que eu por lá e foram ótimas companhias. Mas enquanto estive sozinha, em alguns momentos em que eu vi algo engraçado ou fui em algum lugar importante que havia imaginado que iria visitar com o Thiago, como quando fui na F.A.O. Schwartz (lá gravaram Esqueceram de Mim 2 e Quero ser grande), aí não tinha ninguém pra se divertir no piano gigante, ou pra rir sobre alguma coisa engraçada na rua comigo. Ao mesmo tempo foi muito legal ter que se virar por conta própria, escolher os programas que vai fazer e passar mil horas dentro de museus sem ninguém reclamar que estava chato.

DICA 1: Viaje de qualquer forma. Eu nunca deixaria de viajar por estar sozinha e acho que você também não deve, mas claro, faça seguro de saúde, programe-se bem and all that jazz.

DICA 2: Fazer mais passeios durante o dia do que a noite é uma possibilidade legal. E é mais seguro :)

DICA 3: Peça/aceite que pessoas tirem fotos suas. Não faça que nem eu, que só tenho uma foto lá.

PROGRAME-SE
Alguns passeios que eu havia me programado pra fazer, não consegui, pois não comprei com antecedência. Pra mim os dois piores casos foram a visita na Brooklyn Brewery (uma das minhas cervejas favoritas) e visitar a sede das Nações Unidas. Ambos eu deveria ter comprado ingresso com antecedência, e como eu não sabia disso, não consegui entrar. Triste, então se tu quiser muito fazer alguma coisa, dá uma pesquisada sem não tem como comprar o ingresso antes ou coisa do tipo.

E POR FIM…

  • É fácil encontrar coisas baratas por lá, mas também é muito fácil encontrar coisas caras: uma carteira de cigarro normal custa $14 (sim, isso mesmo, mais de R$30). Uma ótima ideia parar de fumar.
  • Ohhhhh happy day! Aos domingos tem gospel nas igrejas do Harlem as 8h e 11h. Vá por mim! Eu me perdi nos horários e não consegui :(
  • Não esquece de sair de Manhattan, vá pro Brooklyn, pro Harlem, pra Coney Island. Manhattan é legal, mas tem mais coisas pra colocar no teu roteiro.
  • Compre uma camiseta de I Love New York do Milton Glaser :D
  • E se precisar, aqui tem um mapa com os lugares que falei e mais outros.

E por fim, pensando agora, já descobri muitas outras coisas que quero conhecer lá. Ou seja, vou ter que voltar a NYC… que pena :P

9 comentários sobre “I ♥ New York

  1. Adorei, Sah! Super bom de ler! Tinham algumas coisas que eu imaginava bem diferente, e a forma como tu contou, acabou me projetando para os lugares, tentei imaginar! Hahahah… O máximo!

  2. Samantha, fiz isso agora em novembro, sozinho por NY (encontrei os Globais por lá).
    A cidade é fantástica, e essas APPs de mapas me salvaram, e como tempo era algo curto
    NY é gigante e tem muita coisa pra fazer, fiz um mini-guia no STAY.
    Ele pode ser baixado para o celular para consultas off-line que ajuda a saber oq tem perto de vc que vc quer conhecer. Usei muito o YELP pra comer :)

    O meu roteiro foi esse: http://www.stay.com/user/renan-oliveira/guides/329460-b78d1340/new-york/renan-s-guide/

  3. Oi Lucas!!! Adorei teu comentário :)

    Vou adicionar as dicas ao post! Obrigada pelo retorno, estamos adorando escrever pro blog, tá sendo muito divertido e ainda por cima acabamos ajudando os amigos que também querem e vão viajar! Bjs!

  4. Oi Samantha, parabens pelo blog. Muito legal! Sou brasileiro e moro em NY, e sou amigo da Mel. So pra adicionar a algumas das suas dicas.

    Tem muitos aplicativos pra telefone com mapas completos do sistemas de transporte pro seu smartphone, e se voce baixar antes de sair do Brasil ou usando o wifi do hotel or aeroporto e da pra voce usar offline, como NYCmate que e talvez minha favorita (https://itunes.apple.com/us/app/nyc-mate-official-subway-bus/id377878754) e eu mesmo depois de morar aqui a quase 10 anos ainda uso direto.

    E tambem resaltar que aqui tem muita opção de restaurante e recomendo mesmo usar o yelp, so procurar restaurantes com mais de 4 estrelas e no minimo 400 reviews que nao tem erro. um dos meus favoritos que sempre levo pessoas pra conhecer e o Shake Shack que e uma rede que so cresce de hamburges deliciosos.

    Mais uma vez parabens pelo blog!

  5. Demaaaaais parte 2! Amei tua descrição de viagem e só agora descubra o quanto és destemida, corajosa,divertida e muito descritiva. Me inclua na próxima viagem a NY.

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