Roteiro: Japão

Algumas dicas e um roteiro passando por Tokyo, Mt Fuji, Kyoto, Nara, Osaka,  Hiroshima e Miyajima.

ROTEIRO
Tokyo (3 dias)

Onde ficar: Aizuya Inn (perto do metro, limpo e foi uma das opções mais baratas – reservamos pelo booking.com)

O que visitar:

– Tokyo tower
Os preços pra visitar variam (veja aqui no site deles). É legal pra ver a cidade do topo da torre, mas você pode ver também no Tokyo Metropolitan Government Building (fica em Shinjuku – bom lugar pra ver o sol de pôr).
– Shinjuku
Mais uma área cheia de loja, aquelas ruas cheias de letreiros coloridos e muita gente. E lá fica o Tokyo Metropolitan Government Building (que eu comentei acima, sobre o pôr do sol – se o dia estiver com o céu limpo, dá pra ver o Mount Fuji lá de cima).
Também em Shinjuku fica uma área chamada Golden Gai. É um aglomerado de ruazinhas estreitas (não passa carro) com bares (não são super finos, são botecos) minúsculos um do lado do outro.
– Shibuya Crossing
Shibuya é uma área com vários shoppings e bares. É bastante movimentando de dia e de noite. ‘Shibuya Crossing’ é basicamente uma interseção entre duas ruas, e quando o sinal fecha tem uma verdadeira multidão atravessando a rua (supostamente um recorde mundial).

Dica: tem um Starbucks num shopping em frente a estação, o café tem uma ‘vista’ pra ver o formigueiro acontecendo.
– Estátua do Hachiko (em frente a Shibuya Station)
Hachiko era um cachorro (akita) e em frente a estação de Shibuya tem uma estátua dele. Diz a história que o cachorro ia todos os dias pra lá esperar o dono (professor da Universidade de Tokyo) que chegava sempre no mesmo horário (isso em 1924). Um dia o professor foi trabalhar, teve uma hemorragia cerebral e morreu. O Hachiko ficou lá esperando ele – e voltava ao mesmo lugar, na mesma hora, todos os dias, por 9 anos (até morrer). A estátua está lá em homenagem ao cachorro :’)
– Harajuku (Takeshita Dori / Takeshita Street)
Harajuku é o nome da área e Takeshita é uma rua. Vou resumir o que tem lá em uma palavra: Cosplay.
Tem um monte de loja com umas roupas loucas (fantasias, perucas, sapatos altíssimos etc). Lá é onde a japonesada vai comprar as coisas pra se vestir de cosplay. Se você tiver sorte vai ver uns pela rua (tenta ir sábado a tarde).

Harajuku – 2015
– Yoyogi Park / Meiji Shrine
É um parque bonito e arborizado no meio da cidade. Dentro dele tem a Meiji Shrine – um monumento com um templo em homenagem ao Imperador Meiji.
– Tsukiji Fish Market
É um mercado de peixe. Meus amigos japoneses me recomendaram ir as 5 da manhã (pra ver o mercado cheio, os peixeiros chegando, como é de verdade). É uma coisa bem ‘local’, mas eu não fui. Sinceramente, acordar as 4 da manhã… Pegar taxi (porque a essa hora o metrô ainda nem abriu) pra ir pro mercado de peixe (ainda mais eu, que sou vegetariana – tô fora). Mas fica a dica :)
– Hamarikyu Garden
Fica perto do Tsukji Fish Market, dá pra ir logo em seguida. Todo dia de manhã eles fazem a tradicional cerimônia do chá verde (se você perguntar por ‘traditional tea ceremony’ eles te mostram onde ir). É um pouco estranho pra gente de cultura ocidental, mas… Vale ir lá ver.
– Imperial Palace
O Palácio Imperial Japonês, a residência da família imperial.
– Akihabara (electric town)
Akihabara é uma área de loja de eletrônicos (câmeras, computadores, video games, etc) e coisas relacionadas a Manga e Anime.
Akihabara – 2015
Dica: Visite um Maid Cafe em Akihabara (isso, “maid” de “empregada” mesmo). Japoneses adoram restaurantes temáticos (já explico mais sobre isso) e o mais comum são os Maids Cafes. Akihabara tem vários, você vai ver sinais e vai ver as japinhas fantasiadas de empregadas-cosplay-boneca (difícil definir hahaha) pela rua convidando as pessoas. É esquisito… Você escolhe uma opção do menu – normalmente tem uns combos, quanto mais caro o combo, mais você interage com as ‘maids’. É muito normal ver meninos indo sozinhos, mas também tem turista e grupinho de amigas. Não tenho foto porque não pode tirar foto – mas  todos os combos incluem uma foto com a maid que você escolher (vai ter fotos delas num menu – bizarro), mas ELAS que tiram, com uma polaroid e te dão. Eu particularmente não achei muito legal, me senti desconfortável com a ideia de que as meninas são a atração principal, mas não me entendam mal: não tem nenhuma relação com prostituição nem entremetimento adulto (inclusive pode entrar menor de idade).
– Asakusa e Sensoji Temple
Senso-ji é o templo mais antigo de Tokyo (achei um dos mais bonitos), no mesmo lugar fica a Asakusa Shrine, ambos no distrito de Asakusa.

Mt Fuji  (1 ou 2 dias)

Como chegar: Para chegar lá, tem ônibus e trem saindo de Tokyo (pergunta no seu albergue – a pessoa da recepção certamente vai saber te informar as horas dos ônibus). Leva tipo 90 minutos pra chegar (na cidade de Kawaguchiko). Dá pra ir e voltar no mesmo dia, de Tokyo.

Loic (francês), Ana (colombiana), eu e Vas (grego).

Caso você queria subir o Monte Fuji:
– Não vá no inverno (eu queria ter subido, mas eles fecham o acesso por causa da neve)
– Separa mais tempo no roteiro (2 dias)
– A trilha em si leva de 3 a 4 horas
– Exige algum preparo físico porque é BEM íngrime
– Você pode pegar o bullet train para Fujinomiya e desce na estação 5.
– A trilha em si é de graça (mas você pode pagar um guia e ir com um grupo, se quiser)
Como eu disse, eu fui no inverno e não pude fazer porque o acesso fica restrito. Fui de Tokyo e voltei de ônibus. Só estou compartilhando as informações que eu tinha sobre :)


Kyoto (3 dias)

Onde ficar: A-yado Gion (bem localizado, limpo e foi uma das opções mais baratas – reservamos pelo booking.com)
Gion é o bairro das gueixas. Você vai receber instruções de como ir da estação de trem pro albergue quando fizer a reserva.
Como chegar: Bullet train. De Tokyo pra Kyoto. Levou umas 2h40.
Dica: Dentro de Gion você vai andar de ônibus. Então, logo que sair da estação de trem do bullet train vão ter os pontos de ônibus. Você pode comprar um ‘daypass’. Faça isso, pagar um a um é um saco e normalmente não tem troco.

O que visitar:

– Kinkaku-ji (golden temple)
É o templo mais importante, aparentemente. É todo dourado (jura?) e o lugar parece uma pintura. Se tiver nevado na noite anterior é mais lindo ainda.


– Ginkaku-ji (Silver Temple)

Não é todo de prata, é de madeira mesmo. Não é o favorito dos turistas, mas eu achei mais bonito que o Golden.


– Kiyomizu-dera temple

Isso, mais um. Nesse, minha dica é andar por tudo em volta, subir pelas ruas ao redor olhando as várias vitrines das lojinhas de souvenir e comer todos as snacks e doces típicos que você achar pelo caminho.

– Arashiyama / Sagano Bamboo Forest 
Alugamos uma bicicleta no último dia em Kyoto pra ir até a floresta de bambu.

– Ver as gueixas

Durante o dia você vai ver um monte de gueixa na rua (são asiáticas, estão vestidas de gueixa mas essas não são de verdades. São turistas de outras cidades do Japão ou de outros países da Ásia). Se quiser foto, pede pra tirar fotos delas e com elas (porque as gueixas verdadeiras não vão deixar). Você também (meninas óbvio) se quiser, pode pagar pra se vestir de gueixa (eles fazem maquiagem, te ajudam a se vestir, explicam o porque de cada coisa e os significados dos rituais e a história sobre as gueixas e você pode passar o dia fantasiada e devolver tudo no fim do dia).
Minha foto no Kiyomizu-dera temple com as gueixas (não as de verdade, essas são de Taiwan):

#GeishaSelfie :P
Onde ver as gueixas de verdade?
Em Gion, a noite. No bairro de Gion ficam os lugares que fazem as cerimônias do chá. Seja paciente e caminhe pelas ruas de Gion a noite por um tempo, pra vê-las. Elas não falam com ninguém, não andam em grupo, passam pelas de forma mais discreta possível, olhando pra baixo e tal. Se você tentar ser sem noção e parar uma delas pra tirara foto, ela provavelmente vai te ignorar e continuar andando, ou balançar a cabeça dizendo não e seguir o caminho dela. Essa aqui em baixo é (acho) uma gueixa de verdade:


Pra fechar Kyoto, minha dica é: visite tudo mais que puder e caminhe pela cidade. Ou alugue uma bicicleta… Mas veja o máximo que puder, das ruas, a arquitetura, as pessoas… A cidade inteira é linda. Certamente minha favorita.
Enquanto você estiver em Kyoto (dá pra ir e voltar no mesmo dia) visite três cidades:
Nara, Fushimi Inari e Osaka

Ou, se quiser, reserve um hostel em cada uma e passa mais tempo. Mas fica a dica pra quem ta na correria, reserva um dia pra cada uma dessas cidades, saindo de Kyoto.

Tudo branquinho pela janela do bullet train:

Fushimi Inari (1 dia)

Fushimi inari ainda é dentro da provincia de Kyoto (da pra ir de metrô). É um templo para a deusa Inari (deusa protetora dos campos de arroz e dos bons negócios). O templo fica numa montanha com fileiras e mais fileira de portais laranjas (os Torii) que você pode passar por dentro (tipo no filme Memórias de uma gueixa). Os portais estão lá em oferecimento à deusa Inari, doados por empresas que querem ter bons negócios. Certamente vale a pena a visita, é muito bonito.
Obs.: Se você for de manhã, ainda dá pra fazer algo em Kyoto no mesmo dia.


Nara (1 dia)

Como chegar: O famoso bullet trem outra vez. Saindo de Kyoto, leva uns 40 minutos.

O que visitar:
Nara é uma cidadezinha linda cheia de veados ficam soltos na cidade toda. Lá também tem a maior construção de madeira do mundo – que hoje só tem 1/3 do tamanho original porque em foi derrubada derrubaram duas vezes em guerra e construíram de novo (e ainda é a maior do mundo).
– Nara Park


– Todaiji Temple 



– Todaiji Temple com o Daibutsuden (Big Buddha) dentro

– Kofukuji temple

Osaka (1 dia)

Como chegar: Metrô saindo de Kyoto, leva uns 35 minutos.

O que visitar:
Osaka é outra cidade grande e cheia de gente como Tokyo. Os bairros com lojas e bares (e milhões de letreiros eletrônicos iluminados) para se visitar são Shinsaibashi, Namba e Dotonbori. Achei meio mais do mesmo, mas compensa a visita por causa do Castelo de Osaka.

Hiroshima (2 dias)

Como chegar: Bullet train (outra vez), saindo de Kyoto

Onde ficar:
J-Hoppers Hiroshima Guesthouse (bem localizado e  uma das opções mais baratas – reservamos pelo booking.com)

O que visitar: 

– Hiroshima Peace Museum
Visite o museu da paz logo de manhã porque pra ver tudo, ler… Vai levar umas 4 horas. E vai psicologicamente preparado (tem gente que não se afeta, mas tem gente que chora e tudo). Eu e Ana saímos de lá meio afetadas com a história toda.
Obs.: Ver (apenas ver de longe) os destroços do único prédio que sobrou em pé depois da bomba.
Essa foto foi tirada dentro do museu, essa é uma réplica da bomba atômica (em tamanho real!)

– Hiroshima castle

japan

Miyajima (1 dia)

É uma ilha sagrada com um templo shintonista incrivelmente lindo. Tem um templo budista também. Reserve pelo menos uma tarde toda para ir lá, vale a pena ficar andando por tudo com calma.
Como chegar: metrô e uma barca (pode usar o pass do bullet train)


No dia seguinte, voltamos pra Tokyo (de bullet train outra vez) e passamos uma noite e um dia lá antes de pegar o voo de volta. Dava pra sair de Hiroshima de manhã e chegar em Tokyo com tempo suficiente pra pegar o voo as 8 da noite. Mas, um dia ‘inteiro’ no trem + um voo ia ser mais cansativo. 

DICAS

Visto: Brasileiro precisa de visto de turista pra entrar no Japão. Não é complicado, mas pode demorar algumas semanas pra ficar pronto, então se programe. Para mais informações sobre o visto visite o site do Consulado do Japão.
Quanto tempo ficar: Fizemos esse roteiro em duas semanas. Eu recomendaria no mínimo 12 dias (caso você esteja visitando outro país na mesma viagem – o que eu recomendo fortemente, afinal o Brasil fica bem longe da Ásia e o voo vai levar pelo menos 2 dias, ficar pouco tempo não vale o sacrifício. Ou vem e fica tipo um mês no Japão ou inclui um outro país)
Aliás, anota aí umas sugestões de países que você pode visitar na mesma viagem (dependendo do seu orçamento), saindo de Tóquio com voo direto:  Filipinas, Tailândia, Malásia (países mais baratos), Australia, Korea do Sul (países mais caros), e outros.
Quando ir: Não tem período ruim, mas eu, se pudesse, teria ido na primavera (março/abril) pra ver as sakuras (o Japão fica todo florido de rosa e branco). Fui em fevereiro (inverno). Se você não gosta de frio, evita, porque VAI NEVAR. Se você gosta, saiba que que é alta temporada de snowboard – eu só tinha duas semanas, então usei o tempo pra conhecer o máximo que puder e não deu pra ir na estação de ski.

Obs: Tenha em mente que no Japão existe uma ilha que é conhecida por ter a melhor neve pra prática de esportes no mundo. As montanhas da ilha Hokkaido são reconhecidas mundialmente por ter os flocos de neve mais consistentes e leves da Terra. Niseko é uma cidade com quatro resorts independentes e interconectados em volta dos 1.307 metros do Monte Niseko Annupuri. O acesso é fácil e ainda dá pra esquiar à noite porque é tudo iluminado.

É caro? Não é barato que nem outros países na Ásia (China, Laos, Cambodia etc). O custo de comida / hospedagem é similar com Austrália e Nova Zelândia, que pra quem ganha dinheiro em Real, não são países baratos, certo? O custo de vida em Tokyo, por exemplo, é similar a  cidades como Sydney, San Francisco e Londres. Como referência da moeda, 1Yen = 1.25 US dollars (aproximadamente).
Passagem área: Saindo do Rio ou de São Paulo (ida e volta) é cerca de 1300 US dollars (desisto de por o preço em Real aqui no blog, muda muito de um ano pro outro).  A maioria dos voos saindo do Brasil, fazem escala nos Estados Unidos (ou seja: confere se seu visto americano está em dia). Eu saí da Austrália, daqui não é caro porque é mais perto.
Transporte: Entre uma cidade e outra, tem o trem bala (bullet trem – faz um pass de uma semana ou duas – só perguntar na primeira estação que você vir –  é caro mas é a forma de se mover entre uma cidade e outra). Não precisa de nenhum voo interno. Dentro das cidades dá pra fazer tudo de transporte público (eles têm um passe diário em todas as cidades que fomos – em cidades como Tóquio o metrô é mais fácil, nas menores como Kyoto e Hiroshima, usamos ônibus mesmo).
Restaurante temáticos: Cats cafe, Ninja Restaurants, Robot Restaurants, Vampire Cafe… Pode soar um pouco estranho pra gente, mas os japoneses adoram restaurantes temáticos (juro que não é pegadinha de turista, eu tenho amigo japonês que tem cartão de fidelidade de um maid cafe e de um cats cafe). Eu fui no Ninja Restaurants. Achei caro e a comida é boa (mas é boa igual a vários outros restaurantes) – no fim das contas você paga pela ‘experiência’ – todos os garçons estão vestidos de ninja, a comida veio com uma espada no meio, teve truque de mágica… Essas coisas. Não precisa ir a vários restaurantes temáticos, mas tem que ir a UM pelo menos.
O que comer / beber:
– Okonomiyak (tipo uma panqueca de miojo – MUITO bom)
– Onigiri (é um snack de arroz, grudadinho em forma de triângulo, vende no mercado, nas lojas de conveniência)
– Sushi e sashimi (óbvio)
– Alguma doce com feijão (sweet beans – é estranho, mas tem que provar)
– Algum doce de chá verde (tem tudo de chá verde, biscoitos, sobremesas, até kitkat)
– Takoyaki (umas bolinhas recheadas de polvo)
– Ramen (sopa de miojo)
– Mochi (tipo um bolinho de arroz grudado)
– Natto (uma coisa estranha e grudenta de soja)
– Umeshu (vinho de ameixa)
– Sake/Sochu (tipo um vinho de arroz)
– Gyoza (uma trouxinha recheada, feita de arroz)

E come todas as esquisitices que você achar pelo caminho, faz parte.

Mais um doce de chá verde (não tenho ideia do nome):

Outras dicas gerais:

– Ir a um karaoke (e morrer de rir! Você não precisa cantar – até porque só tem legenda em japonês – mas precisa assistir eles cantando)
– Ir a um Pachinko e ver os japas perdendo o controle nas apostas (são uns lugares cheios de máquinas de aposta e joguinhos – tipo um cassino).
– Se prepara pra mímica! Ao contrário da minha expectativa, eles não falam inglês. Sério. Achei mais difícil que países como Laos, Cambodia… Pra pedir informação, não adianta falar, pára alguém e aponta no mapa (tenha sempre um mapa, ja pega logo na recepção do hostel no primeiro dia). E procura restaurantes que tenham foto do prato ou menu traduzido (não, nem todos tem menu em inglês). No segundo dia de viagem, eu pedi pra um amigo meu escrever “eu sou vegetariana”, e eu chegava nos restaurantes e mostrava texto – e era isso, porque nem a palavra “vegetarian” eles entendiam.
– No primeiro templo Shintonista que você for, compre um caderninho na lojinha do templo (700 a 1000 ienes) e pergunta onde você pode carimbar o caderno (se eles não entenderem inglês, faça mímica, como se estivesse desenhando no caderno). Esse caderno é tipo um log com templos que você vai visitar, em todo templo vai ter alguém para por o carimbo e escrever o nome do templo em kanji antigo. Leve o caderno com você e em todo templo que visitar é só mostrar o caderno que eles entendem e te mostram onde fica a pessoa que carimba e desenha nos cadernos :) É muito bonito é uma ótima lembrança do Japão.

Obs.: Na maioria das estações de trem (e algumas de metrô) tem um lugar na saída com stamp (carimbo), eu carimbei esses no caderno também. No fim das contas descobri que é meio errado. Teoricamente o caderno é um log com os templos, tem uma conotação religiosa pra eles. Ninguém vai ficar ofendido se você fizer, mas tenha em mente que eles não fariam.

Um videozinho mostrando como é a escrita em Kanji antigo e a stamp no caderno:

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A new one in every temple. #japan #hyperlapse

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